O que são criptomoedas?

4.9.2019

Criada para descentralizar o sistema monetário, surgiu como uma moeda à prova de fraudes

Criptomoedas são um tipo específico de criptoativo – uma unidade digital transacionada por meio de um sistema criptografado conhecido como blockchain. A primeira representante foi o Bitcoin, lançada em 2009 por Satoshi Nakamoto. Criada para descentralizar o sistema monetário, o Bitcoin surgiu como uma maneira segura e à prova de fraudes. Desde então, muitas outras moedas digitais surgiram.

O que é e como funciona o blockchain?

Criado para permitir transações descentralizadas, o blockchain hoje é usado como tecnologia de transferência de valor por diversas criptomoedas e até mesmo para transações do sistema financeiro tradicional. O blockchain se baseia em um protocolo chamado ponto-a-ponto (P2P, do inglês peer-to-peer), um modelo de rede distribuída em que não há um servidor central, por isso as informações não precisam da figura de uma autoridade para serem processadas.

Cada unidade de criptomoeda criada ou transferida é registrada em um ledger (livro-razão) público. Esse processo existe para que não só a verificação das transações já realizadas possa ser feita de forma transparente mas também para que as transações sejam imutáveis, o que gera confiança e garantia para os usuários da moeda.

As transações em um blockchain são assinadas criptograficamente e é o sistema que garante sua legitimidade. É também o próprio blockchain que emite novas moedas de forma sistêmica, de forma que a quantidade de moedas oferecidas pela rede nunca possa ser alterada por um participante. Com isso, é praticamente impossível existir uma fraude dentro do sistema, como a criação de criptomoedas falsas.

Como as criptomoedas são criadas?

Do ponto de vista técnico, qualquer um pode criar uma nova criptomoeda a qualquer momento, desde que possua nível de conhecimento considerável em programação e em blockchain.

Para criar o seu próprio ativo digital você tem a opção de criar uma nova blockchain por inteiro, bifurcar uma pré-existente ou criar um token. Existem diversos tutoriais na web sobre o assunto, mas entendê-los pode ser bem mais complexo do que apenas investir em ativos digitais.

O grande segredo não está em como os criptoativos são criados, mas entender quais deles têm maior poder de adesão. Isso porque sem a adoção por parte dos usuários, o ativo se torna inútil. Significa que a maior parte deles é construído em torno de uma ideia, de uma solução para um problema do mundo real.

Por que uma criptomoeda é criada?

As criptomoedas podem ser criadas para atender diversos objetivos. Há exemplos de moedas digitais criadas para compra e venda de publicidade digital ou para a negociação de poder de computação em nuvem, entre outros propósitos. 

Atualmente, o site CoinMarketCap – uma das principais fontes de informação sobre este mercado – já tem em sua lista mais de dois mil criptoativos, com os mais variados protocolos, funções, propósitos e aplicações. Lá, é possível ver o preço médio atual, volume de negociações, valor de mercado e histórico dos valores ao longo dos anos de existência de cada ativo digital.

Muito além de dinheiro virtual

Mas o que são esses ativos digitais? Apenas dinheiro virtual? Não. Eles vão muito além do mero conceito de dinheiro virtual. Além do fator de segurança, que possui uma importância enorme para esse universo de transações financeiras, eles também conferem agilidade e eficiência para as transações.

Com menos intermediários nas transações, o sistema consegue remover inúmeras burocracias trazendo grande eficiência em trocas financeiras, o que provoca maior movimentação da economia.

O que é e como funciona o blockchain?

Criado para permitir transações descentralizadas, o blockchain hoje é usado como tecnologia de transferência de valor por diversas criptomoedas e até mesmo para transações do sistema financeiro tradicional. O blockchain se baseia em um protocolo chamado ponto-a-ponto (P2P, do inglês peer-to-peer), um modelo de rede distribuída em que não há um servidor central, por isso as informações não precisam da figura de uma autoridade para serem processadas.

Cada unidade de criptomoeda criada ou transferida é registrada em um ledger (livro-razão) público. Esse processo existe para que não só a verificação das transações já realizadas possa ser feita de forma transparente mas também para que as transações sejam imutáveis, o que gera confiança e garantia para os usuários da moeda.

As transações em um blockchain são assinadas criptograficamente e é o sistema que garante sua legitimidade. É também o próprio blockchain que emite novas moedas de forma sistêmica, de forma que a quantidade de moedas oferecidas pela rede nunca possa ser alterada por um participante. Com isso, é praticamente impossível existir uma fraude dentro do sistema, como a criação de criptomoedas falsas.

Como as criptomoedas são criadas?

Do ponto de vista técnico, qualquer um pode criar uma nova criptomoeda a qualquer momento, desde que possua nível de conhecimento considerável em programação e em blockchain.

Para criar o seu próprio ativo digital você tem a opção de criar uma nova blockchain por inteiro, bifurcar uma pré-existente ou criar um token. Existem diversos tutoriais na web sobre o assunto, mas entendê-los pode ser bem mais complexo do que apenas investir em ativos digitais.

O grande segredo não está em como os criptoativos são criados, mas entender quais deles têm maior poder de adesão. Isso porque sem a adoção por parte dos usuários, o ativo se torna inútil. Significa que a maior parte deles é construído em torno de uma ideia, de uma solução para um problema do mundo real.

Por que uma criptomoeda é criada?

As criptomoedas podem ser criadas para atender diversos objetivos. Há exemplos de moedas digitais criadas para compra e venda de publicidade digital ou para a negociação de poder de computação em nuvem, entre outros propósitos. 

Atualmente, o site CoinMarketCap – uma das principais fontes de informação sobre este mercado – já tem em sua lista mais de dois mil criptoativos, com os mais variados protocolos, funções, propósitos e aplicações. Lá, é possível ver o preço médio atual, volume de negociações, valor de mercado e histórico dos valores ao longo dos anos de existência de cada ativo digital.

Muito além de dinheiro virtual

Mas o que são esses ativos digitais? Apenas dinheiro virtual? Não. Eles vão muito além do mero conceito de dinheiro virtual. Além do fator de segurança, que possui uma importância enorme para esse universo de transações financeiras, eles também conferem agilidade e eficiência para as transações.

Com menos intermediários nas transações, o sistema consegue remover inúmeras burocracias trazendo grande eficiência em trocas financeiras, o que provoca maior movimentação da economia.

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